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Vinho do Porto

A cultura da vinha no Douro iniciou-se antes da romanização, mas a sua  expansão aconteceu logo a seguir ao início da nacionalidade portuguesa (1143), graças, sobretudo, à acção dos conventos da Ordem de Cister, em especial os de Santa Maria de Salzedas, São João de Tarouca e São Pedro das Águias.

Foi neste período que nasceram as primeiras quintas e foi também por esta altura que se iniciou a relação mercantil entre os camponeses do Douro e os negociantes do Porto, ligação que iria estar na origem do mais afamado vinho nacional, o vinho do Porto.

A primeira referência à qualidade dos vinhos do Douro remonta a 1531, quando Rui Fernandes dá eco da existência na zona de Lamego dos “maravilhosos vinhos de pé” feitos com uvas bem maduras, com maceração prolongada e fermentação completa. Ainda não era vinho do Porto, uma vez que não se adicionava aguardente. O vinho do Porto só aparece no início do século XVII, muito antes ainda de o então Primeiro-Ministro de D. José I, Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, ter criado, em 1756, a Região Demarcada do Douro.

Surge quando se começou a adicionar aguardente aos vinhos destinados a Inglaterra, de modo a aguentarem a viagem. Chegados lá, verificou-se que os vinhos tinham ganho qualidades inesperadas.

Nos séculos seguintes, graças a uma alquimia entre o solo, o clima, a riqueza das castas e a arte do homem, o vinho do Porto transformou-se num dos mais extraordinários vinhos mundiais e na principal referência do Douro, região que, nas últimas duas décadas, começou a despertar também para os vinhos tranquilos, produzindo actualmente alguns dos melhores brancos e tintos do país.


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